27 jul 2009

A visão do aluno sobre a entrevista com a Ânima Educação

Publicado por: Uni BH
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20 Comentários

Após a reunião feita no UniBH na última sexta-feira, uma das participantes fez um resumo sobre o que foi debatido com os representantes da instituição.

Teani Freitas, aluna do curso do 6º período de jornalismo, produziu o texto abaixo e aqui o reproduzimos, com objetivo de mostrar também a visão do estudante perante os últimos acontecimentos.

“A falta de informação ou a informação com “ruídos” é um dos grandes problemas na comunicação hoje em dia. Até onde podemos confiar no que está escrito nos jornais ou assistimos na televisão? Foi a falha na comunicação entre administração e alunos do UNI-BH que levou o aluno João Paulo do Vale, do 3º período de Jornalismo, e eu, aluna do 6º, a procuramos Lorena Tárcia, coordenadora do curso. Ela sugeriu que entrevistássemos representantes da Ânima Educação, nova mantenedora da Instituição. O conteúdo da reunião, que aconteceu ontem, dia 23/7, às 14h, no Campus Estoril, com a participação de Daniel Castanho, presidente da Ânima Educação, Maurício Escobar, vice-presidente, e Luiz Gonzaga, responsável pelo Marketing e Comunicação, é o que consta neste texto.

Chegamos ao UNI-BH com muitas perguntas e muita disposição em ouvir as respostas. Fomos recebidos por Luiz Gonzaga e Maurício Escobar. Começamos explicando o motivo da nossa inquietação enquanto alunos. O Centro Universitário de Belo Horizonte era mantido por uma Fundação sem fins lucrativos e deveria repassar todo dinheiro arrecadado para o benefício da própria Instituição. A Ânima Educação é uma empresa e por razão existencial tem como objetivo o lucro. Mas será que ele seria repassado para o próprio UNI-BH? Maurício Escobar esclareceu que sim, o objetivo da empresa é o lucro, mas esse lucro só será obtido se o padrão de ensino continuar e se investimentos na estrutura forem feitos. Assim sendo, a lógica capitalista da privatização do lucro e socialização dos prejuízos, não faz parte do modo de gestão do grupo. Já no primeiro dia de aula será possível perceber mudanças na estrutura tanto física como curricular nos corredores dos Campi.

Durante cerca de três horas permanecemos em uma sala debatendo os assuntos que mais incomodavam os alunos e ainda não tinham sido respondidos de forma satisfatória. O primeiro tópico da conversa foi a demissão dos professores e funcionários, logo depois foram debatidas as questões da mudança na grade curricular.

Pudemos observar que o maior interesse da Ânima Educação é se comunicar e esclarecer as dúvidas dos alunos. Não houve hesitação em nenhuma das respostas e todos os nossos questionamentos foram respondidos. Ao fim gravamos com o vice-presidente, Maurício Escobar, que se mostrou contente pela iniciativa da conversa. Todos se colocaram à disposição para novos encontros. Lorena Tárcia também foi entrevistada e respondeu a dúvidas específicas sobre o curso de Jornalismo.

Abaixo estão todos os tópicos discutidos na reunião, com as respostas dadas pela Ânima Educação:

Demissão de Professores e Funcionários

PDV. Essa foi a medida da Ânima para minimizar as demissões. O programa de Programa de Desligamento Voluntário permitiu aos professores que tivessem outros projetos ou não mais se sentissem confortáveis para permanecer na Instituição, que se desligassem e mesmo assim recebessem benefícios.

Claro que estando sob uma nova administração e com dívidas a pagar, alguns cortes seriam inevitáveis. Setores foram reduzidos ou trocados, como foi o caso da Informática. Mas tudo muito bem calculado, buscando minimizar as perdas.

Mudanças na Grade Curricular

Depois das demissões voluntárias, os representantes da Ânima se reuniram com os coordenadores de curso para avaliar a grade curricular. O grupo levantou a proposta de implantar duas disciplinas nos primeiros períodos, o Trabalho Interdisciplinar de Graduação (TIG) e o Programa de Ação Social (PAS). Os coordenadores discutiram com o colegiado dentro destes parâmetros, analisando a importância de cada disciplina para os cursos e o que poderia ou não ser retirado, mudado ou reformulado. No curso de Jornalismo, com base nas avaliações dos alunos, a disciplina Fundamentos de Teatro foi retirada e em seu lugar os alunos do 4º período farão o PAS. Fundamentos de Cinema e História do Jornalismo tiveram a carga horária reduzida de 72 para 40 horas, no terceiro período. Estudos Interdisciplinares de Comunicação e Técnicas e Métodos de Pesquisa em Comunicação, respectivamente disciplinas do 1º e 2º períodos, se unem no TIG, que terá modulo I e II.

Luiz Gonzaga ainda salientou que os responsáveis pela grade curricular de cada curso foram seus coordenadores e professores, em parceria com o representante discente do colegiado, com base na matriz elaborada pela Ânima .

PAS E TIG

São novas propostas trazidas pela Ânima. O PAS é um Programa de Ação Social que será implantado no 3º e 4º períodos. Uma oportunidade única para os alunos colocarem em prática, desde o início do curso, o que aprendem em sala de aula. Em parceria com a Prefeitura de Belo Horizonte, o UNI-BH abraçou a região Noroeste da cidade e vai proporcionar melhorias nos bairros da Regional através de seus cursos. Daniel Castanho lembra que hoje em dia ter um trabalho social no currículo é um diferencial importante para concorrer a uma vaga de emprego. Todos os cursos, a partir de agora, terão essa oportunidade já na grade curricular.

A Instituição, que já era conhecida por seus inúmeros projetos de Pesquisa e Extensão, agora dá oportunidade a todos de participarem desse trabalho social, já que as vagas para esses projetos eram limitadas. Um ponto interessante do PAS é que cada turma terá um aluno bolsista, como acontece na Pesquisa e Extensão.

Projetos de Pesquisa e Extensão

É objetivo do grupo Ânima continuar com os projetos do UNI-BH. Houve uma redução neles, sendo que 30 de Extensão e 20 de Pesquisa continuam em vigor. No caso da Extensão, o curso de Jornalismo tem dois representantes que são os projetos das professoras Ana Rosa e Wanir Campelo.

Para decidir quais permaneceriam, a Pró-reitoria de Pesquisa e Extensão analisou os resultados alcançados por cada um e os objetivos futuros.

ProUni e FIES

Daniel Castanho afirmou que as bolsas do ProUni, assim como a verba disponibilizada para que alunos consigam o benefício do FIES serão aumentadas. Anteriormente, havia dúvidas sobre a diminuição, mas o presidente se comprometeu a continuar com as já existentes e ainda proporcionar esse crescimento nas vagas.

Estágios Institucionais e Parcerias com Universidades do Exterior

Perguntados sobre a manutenção dos laboratórios como TV UNI e Jornal Impressão, os representantes da Ânima foram claros ao dizer que sim, todos continuam com seus estagiários. O presidente ainda ressaltou a importância do estágio para a vida profissional e disse que o objetivo é fazer grandes parcerias com empresas para que os alunos tenham vagas para estágio. É o caso, por exemplo, da Petrobrás.

Quanto à parceria com as Universidades de Portugal, nas quais o curso de Comunicação oferece vagas de intercâmbio, Daniel Castanho afirmou que vai continuar. Além disso, existe a proposta de que outras Universidades estrangeiras façam novas parcerias com o UNI-BH.

Vestibular Unificado, ENEM e ENADE

“Foi uma forma de facilitar a vida de quem quer entrar em uma faculdade”, começa Maurício Escobar. Ele fala que muitos alunos que prestavam vestibular para o UNI também prestavam na UNA e nas Ciências Médicas. Ainda explicou que o grupo Ânima acredita que a prova do vestibular deve ser difícil para classificar o tipo de aluno que a Instituição terá. A principal dúvida era: então a pessoa se inscreve no vestibular, faz três opções e se não passar em uma entra em outra? Ou seja, se a pessoa escolhesse um curso da Ciências Médicas mas não alcançasse a nota necessária, mas tivesse escolhido um no UNI-BH e obtivesse a média, passaria? Não. Essa foi a resposta. Para entrar no curso colocado como segunda opção antes todos os aprovados no curso, como primeira opção, deveriam ser chamados. Se sobrassem vagas excedentes aí sim o candidato poderia ingressar. Unificar o vestibular de todo o país é um proposta do Governo Federal.

Daniel Castanho ainda disse que essa idéia do grupo Ânima surgiu no meio do ano passado, quando ainda nem pensavam em fazer parte do UNI-BH. De acordo com o presidente, a nota do ENEM, a partir do semestre que vem, terá peso no vestibular. Maurício Escobar lembrou que o ENADE, o provão do ensino superior, será aplicado em todos os alunos do Brasil.

DAs, DCE e Comunicação

Outro tópico debatido foi a questão dos diretórios estudantis. Desde que entrei no UNI sinto insatisfação por parte dos alunos tanto com o DA como com o DCE. Alguns colegas chegaram a cancelar o pagamento da taxa mensal. Daniel Castanho afirmou que pretendem ajudar a reformular, mas por ser uma iniciativa estudantil, não irão interferir. Se um grupo de alunos, por exemplo, se mobilizar e exigir novas eleições, eles se dispõem a colaborar oferecendo a estrutura para isso.

Uma das funções dos diretórios acadêmicos é proporcionar a ligação entre alunos e a Instituição. Papel que muitas vezes tem sido deixado de lado por eles. Quanto a isso, eles lembraram que esse é apenas um canal de comunicação, mas o UNI está no Orkut, em blog, Twitter, telefone, e-mails… todas essas ferramentas estão disponíveis para essa interação. Um canal de TV que veiculará notícias internas também será implantado em todos os Campi.

Reivindicações (Campus Lagoinha)

Tanto João como eu, alunos do campus Diamantina, muitas vezes nos sentimos isolados na evolução tecnológica e na estrutura física do UNI-BH. Nosso terminal de impressão é um caos, a espera chega a ser de 40 minutos. A proposta da Ânima é, como já aconteceu no Campus Estoril, a instalação de quiosques de impressão, que ficam espalhados e são totalmente digitais, o que agiliza o processo. Os laboratórios de informática também estão sendo otimizados e poderemos ver essas mudanças já no início de agosto.

Lembramos também que o UNI não tem um carro à disposição dos alunos para levá-los junto com os equipamentos, para gravação de matérias, por exemplo. Daniel Castanho se comprometeu a providenciar o veículo.

Com as reformas da Antônio Carlos, o perigo nos pontos de ônibus, principalmente durante a noite, aumentou muito. O ponto do sentido Lagoinha-Centro é mal iluminado e sem policiamento. Cobramos uma posição da Instituição quanto a isso e Daniel Castanho disse que tem uma reunião agendada com o prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda, e esse será um ponto lembrado.”

Veja abaixo vídeos com entrevistas feitas pelos próprios alunos, ainda sobre o assunto abordado acima.
Entrevista com Maurício Escobar, vice-presidente do Grupo Ânima

Entrevista com Lorena Tárcia, Coordenadora do curso de Jornalismo

20 comentários para:
A visão do aluno sobre a entrevista com a Ânima Educação

  • Cezar Machado disse:

    Unibh, nunca mais. Farei ainda o que precisar pra alertar meus amigos e conhecidos. Falata de comunicação, atendimento deixa muito a desejar. Fra a questao de boletos e bolsas. Uma confusão. Pagamentos não baixados no sistema, cobranças a mais na boleta e dificuldade de ressarciemtno do mesmo. Soubesse desses detalhes da empresa UNIBH teria me vinculado à uma instituição de verdade.

  • Pérola disse:

    Matéria lida, vídeos assistidos.

    E muitas das minhas dúvidas ainda persistem, inclusive inconsistências na fala do senhor Escobar que primeiro afirma não haver mudanças na grade a partir do quarto período, mas insere o Pas2 no mesmo período, retirando uma matéria do mesmo.

    A verdade é que problemas técnicos ou não, demissão em massa ou “convite de desligamento da instituição”, nós alunos continuamos apreensivos com o futuro dessa faculdade. Muitos colegas já providenciam suas transferências, obviamente preocupados em investir dinheiro sem saber se a qualidade do ensino vai se manter.

    Gostaria de poder crer que a Ânima vai honrar o compromisso com a qualidade de ensino da instituição que escolhi. E tenha certeza que vou lutar pra que esse compromisso seja honrado, e que eu não saia prejudicada depois de ter investido mais de 15 mil reais nessa instituição.

    Por isso meu apelo, é de que uma comissão de alunos, os reais interessados, acompanhe de perto e tenha poder de opinar sobre todas as mudanças feitas. Não estou falando dos diretorios academicos, ou do diretório central dos estudantes, estou falando de uma comissão exclusiva para isso. PAra que esta fique acima das suspeitas que cercam os diretórios estudantis do Uni nesse momento.

    Essa comissão deve ser eleita, composta de pessoas de todos os cursos,mas principalmente de pessoas que estejam empenhadas em defender os direitos dos alunos. Pessoas que não vão ter nenhum ganho financeiro com isso, mas que prezem pela manutenção da qualidade do Centro Universitário de Belo Horizonte em todos os seus cursos.

    E assim, talvez, tendo uma representação correta e um acompanhamento com todas as informações necessárias, nós possamos confiar no grupo Ânima.

    • Uni BH disse:

      Pérola, estamos sempre abertos ao diálogo. No início do próximo semestre, os coordenadores de curso darão esclarecimentos sobre as novas estruturas curriculares. No terceiro e quarto período houve o acréscimo da disciplina PAS e outros pequenos ajustes que apenas valorizam a sua formação. O coordenador do seu curso vai demonstrar isto no período de volta às aulas.

  • Alcides disse:

    Apesar do receio, devemos acreditar que toda mudança implica em melhoria. É por isso que acredito e torço para que as idéias de melhoria sempre prevaleçam.

    A propósito parabens por esse canal de comunicação.

  • Luis disse:

    A atitude das entrevistas foi boa, pena que ela veio no memento menos adequado….férias.
    Enquanto estávamos no semestre passado e a notícia foi “gritada” pelos jornais, onde falavam que a UNI estava falida e foi comprada por um tal grupo, ninguém se pronunciou.
    Era um disse me disse, mas na real, ninguém quis dar a cara a bater e falar alguma coisa.
    Hoje vocês estão fazendo a OBRIGAÇÃO que deveriam ter feito no semestre passado, nada mais do que isso. Numa faculdade onde se elogia tanto os cursos relacionamos a comunicação, foi justamente isso que faltou.
    Ditado velho, mas atual. Casa de ferreiro o espeto é de pau

  • Thiago Meireles disse:

    Não vou nem comentar as mudanças no curso de Jornalismo. Lamentável. Mas daí a excluir da minha grade uma disciplina que eu cursei e fui aprovado com 85 pontos, é um absurdo, uma imoralidade. A faculdade quer que eu curse novamente uma disciplina que eu já fiz? Será que fui só eu ou todos os colegas que a cursaram também vão ter que fazê-la novamente. Cursei a disciplina Técnicas de reportagem, entrevista e pesquisa em Jornalismo, no primeiro semestre de 2008. A disciplina nem de nome mudou e a que eu cursei consta como extra-curricular. Já fiz requisição há quase duas semanas e ninguém me responde. Eu não vou aceitar isso. Se não for resolvido, vou buscar meus direitos na justiça. Vamos ver se essa faculdade é transparente. Podem me ligar 9843 8162. Quer meu número de matrícula? 108109235. Aguardo retorno e breve, como aluno que já gastou nesta instituição quase 30 mil reais e não tem pro uni nem bolsa não. Paga na raça.

  • Sarah disse:

    Faço das palavras do Luís as minhas. Acho que grande parte do escândalo que se tornou a chega do gropo Ânima se deu pelo fato de termos começado um ano turbulento e sem esclarecimentos. Até que chegou a rematrícula e sentimos um clima de caos… O SOL impossível acessar, instabilidade na grade curricular, todos os telefones ocupados, nehuma notícia concreta, somente boatos. Isso deixou todos muito preocupados e insatisfeitos.

    Eu por exemplo fiz a matrícula no 2º dia. Vi uma grade curricular. Depois vieram me informar que haviam sido feitas mais mudanças. Refiz a matrícula para confirmar, e era verdade. Eu estava achando que estava pagando por uma coisa, mas na verdade estava pagando outra, com menos aulas, horários vagos. Aí na semana seguinte com muito custo consegui acessar o SOL e vejo que a grade havia retornado a 1a matrícula. Isso é de deixar qualquer um louco!

    Fora que a mensalidsade minha e de alguns amigos meus estava tendo variações, sendo que era mesmo curso e mesma sala.

    O problema maior não foram as mudanças, foi a instabilidade e falta de informação! Acho isso o cúmulo!! É como a Pérola disse, investimos pesado, mas não estamos mais sabendo em que.

  • César Júnio da Silva disse:

    Estudo na instituição alguns anos, cursei até o 6 período de ed.física, agora estou no 3 período noite do curso de administração, mas, infelizmente estou pensando em fazer igual a alguns amigos, transferir para uma outra instituição, pois, com a Ánima, está uma bagunça. Vejam meu caso, fiz reserva em 20 créditos, depois confirmei estava tudo ok, depois fui verificar novamente mudaram não sei o por que, para 16 créditos e hoje 01/08/09 mudaram novamente para 6 créditos, para falar a verdade hoje eu não sei nem se estou matrículado, e se estou não sei afirmar em quais disciplinas e quantos créditos. Enfim desse jeito fica muito dificil ter credibilidade em uma empresa que não tem organização. Gostaria muito que alguém desse uma solução para o meu problema, até porque preciso planejar os meus estudos, pois além dos estudos, também trabalho, sou casado tenho filho.

    • Uni BH disse:

      César, os problemas que você percebeu foram resolvidos. Houve a necessidade de trocar horário de alguns professores do curso de Administração. Isto explica as mudanças que você identificou. Incluimos na rematrícula a disciplina Fundamentos do Direito. Você poderá conferir esta informações na manhã do dia 5 de agosto.

  • Ramon Penchel D'Aparecida disse:

    Prezado Respondente UNIBH,

    O que não está claro para a maioria dos alunos é qual o modelo de gestão que será adotado,que inclue planejamento estratégico,planos de ações e objetivos claros da instituição Ânima Educação.

    Todos os alunos deverão receber um sumário executivo composto por :

    Perspectivas (Institucional,financeira,processos,crescimento e mudanças) e seus respectivos objetivos estratégicos.

    Tendo o conhecimento de como é o planejamento a curto,médio e longo prazo fica transparente a todos qual o papel de cada pessoa no processo de melhoria.

    Att.

    Ramon Penchel

    • Uni BH disse:

      Ramon, a comunicação com os alunos é uma prioridade nossa. Os instrumentos e as mensagens vão se alinhar para uma efetiva Comunicação Institucional, diferente deste escopo que você mencionou.

  • [...] No último dia 24, um encontro semelhante aconteceu no campus Estoril. Na ocasião, os alunos presentes produziram um texto com o resumo da conversa e gravaram vídeos com Maurício Escobar, vice-presidente do Grupo Ânima e Lorena Tárcia, Coordenadora do curso de Jornalismo e publicaram neste blog. [...]

  • Vanessa disse:

    O que eu queria na realidade é saber que história é essa do UNI chamar vigilância sanitária pra quem vende lanche. Primeiro: Não recebemos comunicado de nada nem de ninguém. Não nos foi passado uma circular sequer, nem um e-mail, nem um informativo, nem um funcionário foi de sala em sala dizer nada… por isso já se vê que não temos como adivinhar o que se passa enquanto a reitoria nao nos informar nada. Segundo: Não estamos roubando, nem pedindo esmola, quem vende lanche na faculdade é pq precisa, precisa do dinheiro para pagar a faculdade, precisa do dinheiro para se manter vivo, para condução até a universidade. Quem vende, precisa disso para terminar os estudos. Terceiro: Eu por exemplo já vendo lanche desde que entrei aqui, desde o primeiro período, já estou quase formando… tudo isso devido à venda de lanche, pq assim que entrei pro UNI fiquei desempregada. Não foi feita nenhuma reunião conosco para averiguação dos fatos e esclarecimentos a respeito de nada.
    Enfim, o que se vê diariamente é uma avalanche de ameaças, de fofocas, buchichos, rádio peão de funcionários e uma falta de ética da parte da instituição, que tenta coagir os “pobres” alunos com este tipo de coisa, um leva e tras constante, que irrita, causa ansiedade e preocupação em vão, porque ate hoje não se viu nada do que dizem acontecer. Já teve funcionário que passou lá e pegou meus dados, nome, nº de matricula e tudo mais, dizendo que receberíamos um documento para assinar, sei lá… cansei disso. Todos os dias eu vou pra faculdade com medo, angustiada e triste com este fim que a ANIMA trouxe ao antigo UNIBH FUNDAC. Falta de compromisso, falta de comunicação e falta de EMPATIA, muitos deveriam se colocar no lugar de quem às vezes depende disso não só para estudar, mas até para sobreviver! Fica o meu desabafo e anseio pela resposta do mesmo.

    • Uni BH disse:

      Olá Vanessa,

      A comercialização não autorizada é proibida nos espaços do centro universitário. O Unibh pretende cumprir o que determina a Lei Municipal 8616/2003 e oficializou esta decisão por meio da portaria 12/2004 Fundac-BH. O objetivo é seguir o que determina o código de posturas determinado pela Prefeitura de Belo Horizonte.

  • Ursula Maria Pires dos Santos disse:

    Olá! Sou aluna do curso de Nutrição e graças a Deus estou formando. Espero que em 2010 as palavras ditas pelo Anima sejam cumpridas, porque até agora não vi nada de bom, ou melhor, só uma coisa boa, porque pelo menos O vice Reitor Ricardo atende a gente, já é um bom sinal, mas infelizmente até agora as mudanças que ocorreram não foram boas, o curso de Nutrição para mim acabou, a grade curricular está péssima, foram tiradas matérias que para o curso são importantissímas, não entendo quem tirou, mas com certeza não entende o que fez, outras que também são muito importante tiveram a carga horária reduzida, inaceitavel! A situação dos meus amados professores continua a mesma, eles continuam individados, angustiádos e estressados, muitos se encontram doentes de tanta tristeza, isso eu não aceito. Chamar o Uni de empresa, tudo bem, mas que seja uma empresa que preze em primeiro lugar os seus funcionários e principalmente os professores, uma boa empresa é aquela que tem um lider e não um CHEFE… olider conquista os seus funcionários e trabalha junto com eles, o chefe ordena e tem respeito pela força e pela ameça. Espero que em 2010 o Uni se torne uma EMPRESA MELHOR. Mas no momento infelizmente não indico ninguém que eu conheço para estudar no Uni, infelizmente mesmo, porque eu gosto do Uni, é um bom lugar, é lindo, tem uma ótima estrutura e meus professores são maravilhosos, mas, todo mundo merece uma chance, por isso espero que vocês do Anima peguem todas as qualidades que acabei de falar e transforme o Uni realmente em uma Faculdade, porque os melhores professores para isso vocês tem. Lembrem-se que palavras sem atitudes são palavras vazias.

    • Uni BH disse:

      Olá Ursula, obrigado pelas considerações. O processo de transição acontece em etapas, e certamente haverão melhorias em todos os segmentos da Instituição.

  • Solange disse:

    Olá,
    eu gostaria de saber se a faculdade oferece bolsa da própria instituição e se oferece como posso conseguí-la. Estou um pouco desesperada porque vou formar no fim do ano, apesa de eu vender lanches na faculdade, estou com mensalidades atrasadas e isso” tá” virando uma bola de neve. Não quero perder o ano, estou chegando no finalzinho seria muito injusto se isso acontecesse, pois eu sempre paguei a faculdade em dia, mas infelizmente a minha realidade agora é outra e eu preciso de uma saída.
    desde já, agradeço pela atenção
    Solange- 7o letras noite

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