10 mar 2010
10 de março de 1964. Formado a partir de um grupo de 31 professores, e uma vontade única de prover acesso de qualidade à Educação, o Centro Universitário de Belo Horizonte – UniBH – então FAFI-BH, deu início a sua promissora história.
…de lá para cá, foram muitos os colaboradores e alunos que fizeram parte da comunidade. Confira vários depoimentos:
Profª Sueli Baliza – Reitora do UniBH
Prof. Johann Lunkes – Pró-reitor de Graduação
Profª Juliana Salvador – Pró-reitora de Pós-graduação, Pesquisa e Extensão
Prof. Luiz Edmundo – Vice-presidente de Desenvolvimento e Sustentabilidade da Anima
Prof. Rafael Ávila – Coordenador dos programas de Pós-Graduação
Prof. Alexandre Leite – Coordenador de Extensão do UniBH
3 comentários para:
UniBH: 46 anos!
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Tentei me segurar, mas vou ter que comentar.
Quanta demagogia….
Por alguns instantes achei que estava assistindo TV Senado ou algo parecido.
Profª Sueli Baliza – Reitora do UniBH
“O UniBH chega a esse ano de 2010 com uma das escolas mais conceituadas do Ensino Superior” Realmente, todas as mudanças realizadas pelo Grupo Ânima, fará do UniBH não apenas uma das melhores, mas sim, a melhor escola de Ensino Superior do Brasil. USP, UNICANP e UFMG são fichinhas quando comparadas ao UniBH. Afinal, a redução de carga horária dos cursos, perda dos melhores professores da casa, alteração de praticamente todas grades curriculares, diminuição de projetos de extensão, redução de projetos de pesquisa, extinção da bolsa social, fechamento de cursos ou turnos etc., realmente deve ter feito do UniBH a melhor Instituição do Brasil. Talvez, pau a pau com Havard.
Realmente Reitora, o UniBH foi o primeiro a oferecer curso noturno, antes mesmo de se chamar UniBH. E hoje? Estamos fechado nossos cursos por falta de alunos. Pq será que estamos com falta de alunos? O mercado tá saturados? O UniBH perdeu credibilidade? O que será que aconteceu nesses últimos 45 anos?
“Nosso trabalho de ensino, pesquisa e extensão” Onde? Quando? Como? A Reitora está precisando dar uma volta pelos campus do UniBH. Me conte onde está nossa pesquisa? A senhora está falando daqueles 10 grupos de pesquisa que não têm recursos para desenvolver pesquisas de qualidade? Será que é isso que estão chamando de pesquisa? E a extensão? Meia dúzia de projetos de extensão que realmente fazem o papel da extensão? Ou será que estão chamando de extensão o TIG, PAS ou as atividades de sustentabilidade?
Acredito que essa Reitora não esteja sabendo o que realmente anda acontecendo no UniBH, caso contrário, não teria o despautério de falar essas coisas.
Prof. Johann Lunkes – Pró-reitor de Graduação
Nem sei pq ele aceitou gravar esse vídeo, ele não sabe nada do nosso UniBH, chegou ontem é já está falando que construiu alguma coisa. Vocês destruíram os cursos de graduação que já tinha grande tradição no UniBH. Chegaram com a forma do Grupo Ânima de trabalhar (lucrar até o último centavo possível). O que vocês fizeram? Mudaram as grades de cursos que já eram consagrados? Colocaram coordenadores vindos da UNA que não conhecem nada sobre a histórias, problemas e pontos altos de nossos cursos. Realmente vocês devem ter muito o que comemorar. Afinal, os maiores beneficiados nessa história foram vocês. Professores e alunos só perderam com a entrada do Ânima.
Profª Juliana Salvador – Pró-reitora de Pós-graduação, Pesquisa e Extensão
Nem tinha o que falar? Falou um monte de asneiras e não disse nada.
Aprovaram 3 grupos de pesquisa? Só se esqueceu de contar que trocou 10 por 3.
Mudanças nos cursos lato sensu? Todas as mudanças visam cortar gastos e aumentar a lucratividade.
Quando se cria uma maneira de fazer com que vários cursos tenham as mesmos módulos iniciais, é possível cortar gastos por exemplo com professor. Antes eu teria que pagar um professor para cada curso, agora eu coloco 5 cursos em uma sala de aula para terem aula com apenas um professor. O enfoque da disciplina ao curso escolhido? Esquece.
Infelizmente a Profª Juliana Salvador perdeu a oportunidade de ficar quietinha na dela. Falou pouco, mas falou muita bobeira.
Prof. Luiz Edmundo – Vice-presidente de Desenvolvimento e Sustentabilidade da Anima
Outro que não conhece nada da nossa história de 46 anos. Pegou o bonde andando.
Falar em educação para o Brasil sendo que vocês já chegam destruindo que podia ser chamado de educação responsável?
Prof. Rafael Ávila – Coordenador dos programas de Pós-Graduação
O Ânima aposta na garotada, nos rostinhos bonitos.
Outro que falou e falou mas não apresentou um argumento provando que a Pós do Uni é consistente.
O que temos visto nos últimos anos é o fechamento de várias Pós no UniBH. Mande perguntar aos atuais alunos do UniBH quantos fariam uma Pós na casa. Proponho esse desafio. Pergunte se tiver coragem.
Prof. Alexandre Leite – Coordenador de Extensão do UniBH
Esse falou bonito. Só faltou usar as palavras no passado. O UniBH TRABALHAVA com a comunidade acadêmica, ERA notabilizado pela extensão, pelo trabalho que ERA realizado antes de vocês chegarem.
Os gestores do Uni devem achar que extensão é levar os os alunos para pintar favela ou faz algo do tipo. Incentivar a responsabilidade social e ambiental é bonito e bacana. Isso é o que falta na maioria das escolas de Ensino Superior. Mas isso não basta. Além de formar cidadãos, precisamos formar profissionais.
Faltou cautela em todos os discursos. Não teve ninguém capaz de dizer que apesar da fase de mudança, o UniBH vai melhorar. Reconhecer que as coisas não estão indo bem é o primeiro passo para melhorar. Não adianta fazerem vídeos falando só coisas que todos enxergam que não são reais. Muitas vezes a verdade doi, mas traz a esperança de melhora. Não tem como mudar para melhor aquilo que nós acreditamos que já está sendo feito da melhor maneira possível.
Enfim, deixo aqui minhas felicitações ao UniBH pelo seus 46 anos de sobrevivência. Meus parabéns aos quase 15 mil alunos, que escolheram nossa instituição com responsabilidade e buscam a realização de seus sonhos.
Parabéns aos nossos professores. Sem vocês o UniBH não seria nada. Vocês são nossos tesouros, responsáveis por 46 anos de luta e ensino de qualidade. Nos momentos mais difíceis ali estavam vocês, sem deixar por um segundo que a decepção, o cansaço e o sentimento de injustiça derrubassem vocês. Sem vocês não seriamos nada. São vocês, que todos os dias entram na sala de aula para enfrentar uma batalha, cada dia mais desafiadora. Não medem esforços para que as coisas aconteçam da melhor maneira. Ficam nos laboratórios para desenvolver e ensinar a pesquisa, sobem favela para desenvolverem extensão, faça chuva, faça sol, lá estão vocês. Sempre dispostos a darem o melhor de si.
Vocês são nossos reitores, pró-reitores e coordenadores. Vocês são o orgulho do UniBH e a verdadeira Marca da Educação.
UniBH, parabéns pelos 46 anos.
Pedro Siqueira,
É uma alegria, para nós, do UniBH, comemorar 46 anos de presença marcante em Belo Horizonte em meio a um mercado tão concorrido. Os vídeos da nossa News de aniversário refletem essa nossa alegria e também a nossa esperança de que vamos realizar um trabalho cada vez melhor.
Mas isso não quer dizer que não temos conhecimento dos nossos problemas – que são muitos – como qualquer outra instituição de ensino superior. Sabemos das nossas limitações, mas conhecemos também todo o potencial que tem esta Casa. Temos que ser competitivos, mas não podemos abrir mão da qualidade e isso é um grande desafio que nos move todos os dias. Nosso projeto diário é transformar o país pela educação, mas num projeto de gestão sustentável.
Depoimento mais do que verídico, afinal, fui corajoso e ao mesmo tempo fiquei triste por ter que adiar o sonho em fazer uma pós…ainda bem, pq a satisfação é unânime….
Era uma vez um curso de especialização em Comunicação Empresarial e Marketing e Comunicação. Em agosto de 2009, o campus Diamantina inicia-se suas atividades com tais modalidades. Primeiramente, o cenário é um puxadinho que, hoje, até conta com ar condicionado, algo que questionamos, muito, no início deste semestre e, ainda, alguns colegas tiveram que escutar do professor responsável pelo Marketing da instituição (que ministrou uma disciplina) “que a mensalidade poderia aumentar ou até mesmo transferir o curso para o Estoril”, pois nessa fase, estudar no puxadinho era desumano, insuportável, um calor que nem uma sauna tem.
Em muitos momentos, o UNIBH nos demonstra uma preocupação maior com não ter despesas, do que com a real formação dos alunos e o compromisso com o currículo, um projeto pedagógico e com o contrato de ensino que estabeleceu conosco. Por exemplo: tivemos professores que nos entregou o material escrito incompleto, justificando que o número de cópias era limitado, ora, impressão deve sair em média a 1 (um) centavo por folha, no máximo, para a instituição. E mesmo que saísse a 10, 20, porque o compromisso com a qualidade deve existir na prática e não no discurso da nossa coordenadora.
Para um estado piorado, nos vemos atualmente abandonados pela própria coordenação do nosso curso, que mal está presente no horário de funcionamento em que o curso ocorre. Ou seja, das 19h às 22h30 (terça, quarta e quinta-feira). Os horários de atendimento aos alunos ocorrem, esse semestre, às sextas-feiras, dia em que não temos aulas. Não temos que procurar pela coordenadora fora do horário de funcionamento do curso. A maioria de nós nem tem como fazer isso porque trabalhamos. Muitos chegam ao UNIBH em cima da hora. Não há problema em haver horário fora do turno, desde que haja mais presença pelos dias de aula.
A coordenadora é que deve estar no curso, durante os dias de aula, no horário de funcionamento do curso. E não o contrário. Não são os alunos que devem estar no curso no horário em que a coordenadora resolve trabalhar. O compromisso de trabalho desta profissional é com os cursos de especialização em marketing e comunicação e comunicação empresarial. Horário em que tudo ocorre, tudo mesmo, pendências que demoram meses para resolver, burocracias, etc. Problema não tem dias para acontecer, e neste curso é o que mais acontece.
De vez em quando, ela passa nas salas, dá um beijinho nos professores, perguntam se estamos bem (mas nem nos deixa responder, porque ela tem aula em outra turma naquele horário) e vai embora. Isso não é coordenar um curso de especialização. Ainda, para piorar, dispõe de um secretário que filtra as informações, somente filtra, porque ele, também, não resolve nada. Ademais, não somos alunos para conversar com secretário e sim com a coordenação ou colegiado, se tivesse.
É de surpreender pensar que um curso deste porte não tem em seu projeto pedagógico uma reunião mensal com professores e um representante discente. Ou seja, a voz destes alunos não os interessa.
Neste semestre, foi-nos informado, que a disciplina Metodologia Científica será à distância. Algo que nos preocupa e nos deixa indignados, pois na graduação já tivemos a base teórica para realizar a monografia, TCC, etc. Queremos produzir um artigo que realmente faça a diferença em nossas vidas, seja profissional ou acadêmica.
Outra questão, vemos constantemente no site do UNIBH várias estampas: “Professor fulano publica artigo em tal revista”, “alunos de tal curso fazem x”, “o UNIBH se destaca no cenário educacional com grupos de pesquisas”, entre outras. O engraçado é que ninguém até hoje foi à sala de aula perguntar se algum aluno tem interesse em participar de algum grupo de pesquisa, se tem algum artigo que possa ser trabalhado e tentar publicá-lo. Não. Não há, nem houve e nem haverá. Porque a coordenação, os professores estão preocupados em nos ensinar o “arroz-com-feijão”, algo que já estamos fartos. Fartos com razão.
Sugiro que façam uma pesquisa em relação ao corpo docente. Algo que, também, nos assusta. Professores despreparados, sem teorias, mas é claro tem suas ressalvas, como o professor Rennan Mafra, Juliana Dias, Gabriel do marketing. E professores que não só com problemas de docência, mas de arrogância.
Sentimo-nos isolados no puxadinho. Lugar onde nossa coordenadora só passa para dar beijinhos e olás. Vemo-nos como cobaias de um projeto que pode dar certo, porque se depender de propaganda boca-a-boca, os cursos não resistirão, ou continuará com pouquíssimos alunos insatisfeitos. É engraçado, aprendemos tanto com a teoria e até mesmo com a instituição. Sabe por quê? Aprendemos a não tratar nossos clientes e alunos da mesma forma em que somos tratados no UNIBH.
As primeiras turmas desta empreitada já se encaminham para o fim das aulas teóricas e até hoje não sabem a respeito do desenvolvimento do TCC. Dizem que disseram que seria neste semestre, mas no início deste semestre disseram para eles que nos disseram que não será mais, rs (chega até a ser engraçado, não mais engraçado, porque o curso não é de graça, custa em torno de 6.500 reais, fora transporte, lanches, xérox, entre outros). Parece que os organizadores do curso, a coordenadora, não foram alunos. Ou se foram, todos eram “filhos de papai”, que não precisaram trabalhar para pagar uma tão sonhada pós-graduação, que depois de tanta frustração, de sonho virou um tormento.
Parabéns UNIBH!!!!!